Mocidade Alegre

Mocidade Alegre
  • Nome
    G.R.C.E.S. Mocidade Alegre
  • Fundação
    24/09/1967
  • Posição em 2015
    2º lugar
  • Enredo
    Ayakamaé - As águas sagradas do sol e da lua
  • Carnavalesco
    Neide Lopes, Carlinhos Lopes, Paulo Brasil e Márcio Gonçalves
  • Intéprete
    Igor Sorriso
  • Cores Oficiais
    Vermelho e verde
  • Mestre de Bateria
    Mestre Sombra
  • Ordem do desfile
    Terceira escola a desfilar no sábado (02)

Sobre a escola

História
Os primeiros passos da Mocidade Alegre datam de 1950, quando Juarez da Cruz e mais dois amigos resolveram sair no carnaval vestidos de mulher. E assim o bloco foi ganhando mais componentes, sempre com roupas femininas, até 1963, quando um dos integrantes convenceu o grupo a se fantasiar de palhaço. O bloco percorria a Av. São João quando ouviram o locutor Evaristo de Carvalho dizer: “É um bloco muito alegre, um bloco de sujos, como existem muitos no Rio de Janeiro...”. Na hora de batizar a agremiação, eles se lembraram da frase que ouviram e criaram o nome Mocidade Alegre – uma referência ao bloco Mocidade Louca, de Campos, no Rio de Janeiro, terra de Juarez da Cruz, e o adjetivo que ouviram de Evaristo de Carvalho. Em 24 de setembro de 1967 veio a oficialização como escola de samba. A agremiação chegou ao Grupo Especial em 1971 e permanece nele desde então, somando sete campeonatos. Em 2011, a escola ficou em sétimo lugar, com 268,25 pontos. No último carnaval (2016), a escola ficou em 3º lugar na lista final da apuração, conquistado com o enredo "Ayo - a alma ancestral do Samba". Em 2018, a Mocidade ficou com o vice-campeonato. 

Meu canto é guerreiro, sou Mocidade

Vermelho no sangue e na cor

Vou pelas águas que Tupã abençoou

Amazonas, meu amor!

(Amazonas, Amazonas, meu amor!)


Eu sou o verdadeiro dono dessa terra

Mareja em meu olhar

Todo o encanto dessas águas

Ayakamaé, um rio de amor

Deságua em ti, as lágrimas de prata do luar

Em noite proibida de amar

O brilho que aquece a manhã

Um santuário de vida floresceu

Na proteção de bravos Manaós

Yara seduz ao cantar

Na correnteza a caminho do mar


Ariê auê, na mata ecoou

O toque do tambor

Na reza do pajé um ritual

Do rio sagrado a cura pra vencer o mal


Ê, caboclo da pele morena

Que faz da palha trançada um poema

Pra descrever, todo o suor da sua lida

A fé conduz, nesse banzeiro a sua vida

O Sol beijando as águas ao entardecer

Encontra a Lua pra fazer valer

A jura eterna de uma paixão

Transborda dentro do meu peito

As águas da inspiração

Que faz “Morada” em cada coração

Aline Oliveira

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