Mancha Verde

Mancha Verde
  • Nome
    G. R. C. E. S. Mancha Verde
  • Fundação
    18/10/1995
  • Posição em 2015
    3º lugar
  • Enredo
    Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra
  • Carnavalesco
    Jorge Freitas
  • Intéprete
    Fredy Vianna
  • Cores Oficiais
    Verde e branco
  • Mestre de Bateria
    Mestre Maradonna
  • Ordem do desfile
    3ª escola a desfilar na sexta-feira (01)

Sobre a escola

História

Em 1995, a paixão pelo futebol já ultrapassava fronteiras e se estendia para um gênero musical que anda lado a lado com o esporte: o samba. Nesse sentido, uma associação que se dedicava apenas à bola no pé passou a trabalhar para desfilar no carnaval paulista em 1996. Mesmo com dificuldades e forças externas tentando impedir, o Grêmio Recreativo Cultural Bloco Carnavalesco Mancha Verde foi criado em 18 de outubro 1995 e assim permaneceu até 1999. No ano de 2000, o antigo bloco carnavalesco se tornava escola de samba, que depois de quatro carnavais nos grupos inferiores, já disputava um título com as outras escolas do grupo especial no sambódromo do Anhembi. Em 2010, a Mancha ficou na 4ª colocação (apenas 1 ponto da 1ª colocada naquele ano) e participou do Desfile das Campeãs. De 2015 para 2016, a escola foi campeã do Grupo de Acesso com o enredo "Mato Grosso, uma Mancha Verde no coração do Brasil”, registrando 269,4 pontos. Em 2018, a Mancha Verde atingiu a pontuação máxima do Carnaval paulista, mas não levou o título nos quesitos de sempate.

Tambores vão ecoar, a festa vai começar

O meu batuque traz a força do terreiro

A mancha verde é kizomba amor

Salve a princesa! Viva o povo negro!


O ora ie ie ô ora ie ieu mamãe oxum

Um ventre de luz, o fruto do amor

Kaô kabecilê xangô

África, suntuosa riqueza

África, reluz o encanto e a nobreza

A fé conduz o povo a lutar

Tristeza marejou meu olhar

Oh senhor, tem piedade

Dos corações sem liberdade


A alma que chora, a pele que sangra

Qual será o meu valor?

Entrego minha vida

Rainha do mar, Iemanjá


Aportou, na terra do sol e do maracatu

Vidas no suspiro derradeiro

Na fria solidão do cativeiro

Mãos calejadas a lavourar

Não perdi a fé nos orixás

Senhora do rosário, oh nossa senhora

Aos pés do seu altar, clamo a igualdade

Palmares, vi um céu de luz e liberdade

A força de zumbi a nos guiar

Nas bênçãos de oxalá

Viviane Araújo

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