Nenê de Vila Matilde

Nenê de Vila Matilde
  • Nome
    GRCES Nenê de Vila Matilde
  • Fundação
    01/01/1949
  • Posição em 2015
    9ª colocada
  • Enredo
    “A Ópera de todos os povos…Terra de todas as gentes ..Curitiba de todos os sonhos!”
  • Carnavalesco
    Alex Sandro Acosta Fão
  • Intéprete
    Agnaldo Amaral
  • Cores Oficiais
    Azul, branco, vermelho e amarelo
  • Mestre de Bateria
    Mestre Markão
  • Ordem do desfile
    Sexta escola a desfilar no sábado, 25

Sobre a escola

História
A Nenê de Vila Matilde é uma das escolas mais tradicionais do carnaval paulistano. A agremiação nasceu em 1º de janeiro de 1949 e foi fundada por um grupo de sambistas que se reunia no Largo do Peixe, Zona Leste da capital. A sugestão do nome da entidade veio de um funcionário do cartório, que se impressionou com um jovem que tocava pandeiro sem parar – o Seu Nenê. Desde então, foram 47 anos na presidência da escola, até deixar o cargo por problemas de saúde. A agremiação possui onze títulos no Grupo Especial, entre eles dois tricampeonatos (1958, 1959, 1960 e 1968, 1969, 1970). Em 1985, se consagrou como a única escola de samba paulistana a desfilar na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. No desfile que comemorou os 60 anos da entidade, em 2009, a escola acabou rebaixada para o Grupo de Acesso. Foi a primeira vez que a Nenê não saiu na elite do samba de São Paulo. O retorno ao Especial veio no ano seguinte, mas um novo rebaixamento marcou a história da agremiação. Em 2012, homenageando Chica da Silva no enredo “Xica Convida – No Palácio da Nenê, a Festa é pra Você”, a entidade consagrou-se campeã do Acesso e garantiu novamente seu lugar na elite paulistana. De 2015 para 2016, a escola caiu duas posições, registrando 268 pontos com o enredo "Nenê apresenta seu musical: Rainha Raia nas asas do Carnaval".

Voar… Por este imenso paraíso

Que a natureza abençoou

A águia encontra a gralha azul

Lendas, histórias vem contar

Entre azaléias, araucárias e ipês

A semente que plantou vai florescer

Índio lutou, seu chão cravou

Pra afastar a coroa portuguesa

O bandeirante cobiça as trilhas do ouro

Cacique valente protege o tesouro

Negro chegou, nesse lugar

Trazendo a fé lá do povo de Aruanda

O negro é rei, raiz verdadeira

Ajoelhou, rezou pra Santa Padroeira

Salve a miscigenação

Em cada sonho toma forma esse chão

Culturas cruzaram o mar

A esperança refletida no olhar

Desperta Poty, vem ver a nossa arte eternizada

A poesia colorindo as calçadas

Sorriso no rosto, meu povo é mais feliz

Futuro, qualidade, educação

Exemplo de modelo à nação

Águia guerreira, um ato de amor

Curitiba é sinfonia genial

Que vai brilhar, no palco no meu Carnaval

Lá vem Nenê, segura que eu quero ver

Meu samba vai levantar poeira

É o lado leste sacudindo a avenida

A vila exaltando Curitiba

Ariellen Domiciano

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