Unidos da Tijuca
| Nome | GRES Unidos da Tijuca |
| Fundação | 31/12/1931 |
| Posição em 2011 | 2ª Colocada |
| Enredo | “O Dia em que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão” |
| Carnavalesco | Paulo Barros |
| Intérprete | Bruno Ribas |
| Cores Oficiais | Amarelo-ouro e azul-pavão |
| Mestre de bateria | Mestre Casagrande |
| Ordem do desfile | Quinta escola a desfilar na segunda noite: 20 de fevereiro de 2012 (Segunda-feira) |
A ESCOLA
História
A Unidos da Tijuca surgiu da fusão entre quatro blocos carnavalescos existentes em morros vizinhos no bairro da zona norte do Rio. Esses grupos eram liderados por famílias tradicionais da região. Criada em 1931, a Tijuca é a terceira escola de samba mais antiga da cidade, depois de Portela e Mangueira. As três agremiações, aliás, foram as únicas a participar de todos os desfiles. A escola venceu o carnaval de 1936 e depois enfrentou um período de dificuldades. Rebaixada em 1998, venceu o Grupo de Acesso em 1999 e, a partir daí, iniciou sua trajetória de superação. Em 2004, com a contratação do carnavalesco Paulo Barros - reconhecidamente o mais inovador da atualidade –, a Tijuca passou a fazer muito sucesso, que culminou com o título de 2010 e o vice-campeonato de 2011, com o enredo “Esta Noite Levarei Sua Alma”. Em 2011, a escola vai homenagear o rei do baião, Luiz Gonzaga, com o enredo "O Dia em que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão"
Samba-enredo 2012
“O Dia em que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão”
Compositores: Vadinho, Josemar Manfredine, Jorge Callado e Silas Augusto
Nessa viagem arretada
“Lua” clareia a inspiração
Vejo a realeza encantada
Com as belezas do Sertão!
“Chuva, sol” meu olhar
Brilhou em terra distante
Ai que visão deslumbrante, se avexe não!
Muié rendá é rendeira
E no tempero da feira
O barro, o mestre, a criação!
Mandacaru a flor do cangaço…
Tem “xote menina” nesse arrasta pé
Oh! Meu Padim, santo abençoado
É promessa eu pago, me guia na fé
Em cada estação, a “triste partida”
Eu vi no caminho vida severina
Á margem do Chico espantei o mal
Bordando o folclore raiz cultural…
Simbora que a noite já vem, “saudades do meu São João”
“Respeita Véio Januário, seus oito baixo tinhoso que só”
“Numa serenata” feliz vou cantar
No meu pé de serra festejo ao luar…
Tijuca a luz do arauto anuncia
Na carruagem da folia, hoje tem coroação!
A minha emoção vai te convidar
Canta Tijuca vem comemorar
“Inté asa branca” encontra o pavão
Pra coroar o “Rei do Sertão”
Compositores: Vadinho, Josemar Manfredine, Jorge Callado e Silas Augusto
Nessa viagem arretada
“Lua” clareia a inspiração
Vejo a realeza encantada
Com as belezas do Sertão!
“Chuva, sol” meu olhar
Brilhou em terra distante
Ai que visão deslumbrante, se avexe não!
Muié rendá é rendeira
E no tempero da feira
O barro, o mestre, a criação!
Mandacaru a flor do cangaço…
Tem “xote menina” nesse arrasta pé
Oh! Meu Padim, santo abençoado
É promessa eu pago, me guia na fé
Em cada estação, a “triste partida”
Eu vi no caminho vida severina
Á margem do Chico espantei o mal
Bordando o folclore raiz cultural…
Simbora que a noite já vem, “saudades do meu São João”
“Respeita Véio Januário, seus oito baixo tinhoso que só”
“Numa serenata” feliz vou cantar
No meu pé de serra festejo ao luar…
Tijuca a luz do arauto anuncia
Na carruagem da folia, hoje tem coroação!
A minha emoção vai te convidar
Canta Tijuca vem comemorar
“Inté asa branca” encontra o pavão
Pra coroar o “Rei do Sertão”
Títulos
A escola foi duas vezes campeã do Grupo Especial: 1936 e 2010, sendo a última com o enredo “É Segredo!”.
Rainha de bateria
Gracyanne Barbosa -
Veja o ensaio exclusivo ao iG da rainha de bateria tijucana