Acadêmicos do Tucuruvi

Acadêmicos do Tucuruvi
  • Nome
    G.R.C.S.E.S. Acadêmicos do Tucuruvi
  • Fundação
    01/02/1976
  • Posição em 2015
    10ª Colocada
  • Enredo
    "Eu sou a arte: meu palco é a rua"
  • Carnavalesco
    Wagner Santos
  • Intéprete
    Alex Soares
  • Cores Oficiais
    Azul, branco, vermelho e amarelo
  • Mestre de Bateria
    Mestre Guma Sena
  • Ordem do desfile
    Sexta escola a desfilar na sexta-feira, 24

Sobre a escola

História
O Grêmio surgiu a partir de um grupo de amigos, que aos poucos foi adquirindo adeptos e terminou como Bloco estruturado. Sob a liderança de José Leandro, Oswaldo de Salva, Tininho e um grupo de amigos, em 1976 surge a Escola Acadêmicos do Tucuruvi, que resolve homenagear o Bairro com símbolo de um gafanhoto. O nome Tucuruvi, em tupi-guarani, significa gafanhotos verdes. As cores oficiais, que antes eram preto e amarelo, tomaram novos tons em azul, branco, vermelho e amarelo. Após 10 anos de fundação, a escola sobe para o Grupo Especial com o enredo “Brasil em Aquarela”. Caiu para o Grupo de Acesso em 1989, voltou à elite em 1993, mas caiu novamente no ano seguinte. O retorno definitivo só aconteceu quatro anos depois. Em 2012, a escola foi a sexta colocada no carnaval, conquistando 159,5 pontos, apenas 0,5 a menos que a 1ª colocada. De 2015 para 2016, a escola caiu na lista de colocadas do Grupo Especial, indo da 6ª posição para a 10ª, com 267,6 pontos.

Modéstia à parte sou exemplo de união.

Trago da alma minha própria tradução.

Eu vou me emocionar, ao ver você aplaudir,

“É nóis”, Tucuruvi! 

Eu vou revelar

A minha história de inspiração.

O homem desenhou na pedra

Sua forma de expressão.

O tempo traz no vento a poesia,

No Olimpo a chama acendeu.

Peças teatrais, cenas visuais,

Uma sociedade alternativa

Desabafa em calçadas marginais.

Desafiei reinos e leis,

Pro desespero do burguês.

O saltimbanco a debochar,

Fez o nobre enlouquecer,

Todo povo gargalhar!

Nas esquinas me transformei,

Cantei e dancei pelo mundo.

Sou uma voz a gritar, Hip Hop no ar,

Herança dos guetos.

Aqui em "Sampa", a “caminhada” continua,

Nas quebradas, pelas ruas,

Traços coloridos, mentes geniais!

Sou luz que ilumina a cidade,

Estrela da comunidade,

Presença imortal, no palco do meu carnaval!

Daniela Albuquerque

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