Tom Maior

Tom Maior
  • Nome
    G.R.E.S. Tom Maior
  • Fundação
    14/02/1973
  • Posição em 2015
    Vice-campeã do Grupo de Acesso de 2016
  • Enredo
    “Elba Ramalho canta em oração o folclore do Nordeste”
  • Carnavalesco
    Cláudio Cavalcante (Cebola)
  • Intéprete
    Bruno Ribas
  • Cores Oficiais
    Vermelho, amarelo e branco
  • Mestre de Bateria
    Mestre Carlão
  • Ordem do desfile
    Primeira escola a desfilar na sexta-feira, 24

Sobre a escola

História
A escola de samba Tom Maior nasceu em fevereiro de 1973, mas só foi para a avenida no ano seguinte. A inspiração para o batismo da agremiação veio dos versos de Martinho da Vila, na música que leva o mesmo da escola: “Vai ter de amar a liberdade, só vai cantar em Tom Maior. Vai ter a felicidade de ver um Brasil melhor”. Sem quadra fixa, os ensaios aconteciam nas ruas do Sumaré, como Cristiano Viana, Oscar Freire, Galeno de Almeida, Amália de Noronha, Alves Guimarães, João Moura e adjacências. Com o passar dos anos, a escola teve de enfrentar a resistência de alguns moradores e acabou se afastando do seu bairro de origem. Hoje as atividades da Tom Maior acontecem em um espaço alugado na Bom Retiro. A escola desfilou pelo principal grupo do carnaval em 1977 e 1978. Depois disso, a agremiação só reencontrou o Grupo Especial novamente em 1996. Após um período entre acesso e rebaixamento, a Tom Maior voltou à elite em 2005, onde permanece até hoje. Em 2011, a agremiação ficou na nona colocação, com 267,75 pontos. A escola, que tinha sido rebaixada em 2015, foi vice-campeã do Grupo de Acesso em 2016 com o enredo "Travessias de Milton Nascimento. Todo artista tem de ir aonde o povo está" e retornou ao Grupo Especial.

Simborá mô

Hoje a noite é de luar

Meu cordel em poesia faz a festa no arraiá

No céu de estrelas, fogueiras de São João

Tem asa branca, salve o rei do meu baião

Eta povo festeiro que faz levantar…poeira

Coração cangaceiro, menina danada…guerreira

Ave maria…vou seguindo em romaria

Ao “padim ciço” minha fé e devoção

Oh mãe divina faz chover no meu sertão

Nos palcos da vida…eu forroziei

Morte e vida severina…folia de reis

Tem cavalhada, a ciranda risca o chão

Oí tum tum tum bate forte coração

E quando o vento sacode a cabeleira

Leva o meu canto retratando este lugar

No mexe mexe vem dançar a quebradeira

Tão brasileira é a festa popular

Frevo e xaxado causa o maior sururu

Vem ver meu boi na terra do maracatu

Eu tô…com saudades de tú meu desejo

Amor me faz um chamego, é hora de coroar

Estou…de volta pro meu aconchego

Nesse cortejo nordestino

Se avexe não, vem dançar

Esse forro tá gostoso, arretado demais

Puxa o folé sanfoneiro arrasta o pé rapaz

Elba ramalho é a flor do nordeste

Sou tom maior em oração

Sou cabra da peste

Pâmella Gomes

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