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Mancha Verde traz Viviane Araújo como rainha e Juju Salimeni de musa da escola

Agremiação está em busca de seu primeiro título no Grupo Especial

iG | 18/02/2012 06:49

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Foto: Roberto Vazquez/Futura Press

O carro abre-alas da Mancha Verde representou o mundo em destruição

O dia já estava raiando neste sábado quando a Mancha Verde, última escola a desfilar na primeira noite do Grupo Especial paulistano, entrou na avenida. Pregando a humildade, a emoção tomou conta dos componentes ainda na concentração. Desde o presidente Paulo Serdan ao ex-jogador Edmundo pisaram na pista chorando. 

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Foto: Futura Press Ampliar

Viviane Araújo no desfile da Mancha Verde

A escola chegou com o experiente intérprete Fredy Vianna, estreante na agremiação, e um time de peso de musas. À frente da bateria dos mestres Caju e Moleza, a rainha de bateria Viviane Araújo demonstrou nervosismo, apesar de ser o seu oitavo ano na agremiação. "É muita energia. Não tem como não ficar emocionada. Eu agradeço a Deus pelo que eu vivo no carnaval", disse a beldade. A ex-panicat e atual integrante do “Legendários”, Juju Salimeni desfilou como musa da Mancha. O ex-goleiro do Palmeira, Marcos, também participou da apresentação.

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Para compensar a claridade, os carros foram incrementados com uma iluminação especial. Mas o céu colaborou e se pintou de laranja para receber os palmeirenses na avenida. A comissão de frente, muito bem preparada, trouxe a representação de 14 orixás, com o cuidado da caracterização da dança e dos gritos tradicionais de cada uma das entidades.

Outra curiosidade foi o primeiro e o último carro alegórico. Os dois tinham as mesmas propostas, mas o abre-alas mostrou o mundo em destruição. Já o quinto carro exibiu o planeta perfeito. Foi nele em que São Marcos defilou, ao lado de sua família.

Foto: Futura Press/AgNews

Juju Salimeni, que brilhou à frente da Mancha Verde

Foto: Cadu Coppini

Juju Samileni

O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Fabiano Dourado e Jésssica Gioz, representou o jogo de búzios: ela foi o tabuleiro. Ele, o babalaô, quem lê o oráculo.

Veja ensaio exclusivo de Viviane Araújo

Apesar da escola falar sobre o candomblé e os orixás, ela em nada se assemelhou com o desfile da Acadêmicos do Tucuruvi, que exaltou a África na avenida. O samba foi outro ponto forte para contagiar o público, que resistiu à maratona de mais de oito horas de apresentações das escolas. O ânimo dos componentes, que vibraram do início ao fim do desfile - e não pararam nem após o portão se fechar -, também vale ser destacado, considerando o horário que a agremiação se apresentou.

Foto: Marcos Bezerra/Futura Press

O ex-goleiro Marcos, do Palmeiras, foi o destaque do último carro alegórico

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