Ex-dançarina é madrinha das musas da Mangueira e rainha de bateria da Paraíso do Tuiuti

Scheila Carvalho
Paulo Marcos
Scheila Carvalho

Foram as curvas da mineira Scheila Carvalho que a projetaram nacionalmente na segunda metade dos anos 1990, como dançarina do grupo de axé “É o Tchan”. Mais de dez anos depois, Scheila é mãe, tem sotaque baiano (mora em Salvador), já não aparece dançando nos programas de TV, mas mantém intactas as curvas que fizeram seu “tchan” uma paixão nacional.

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Para este ensaio exclusivo do iG , Scheila se propôs ao desafio da questão: É possível a arquitetura se alinhar às formas humanas? Subindo pelas paredes, nas arestas das escadas, encostando o teto, se duplicando nos espelhos... Um hotel art-déco remanescente de uma antiga Copacabana, zona sul do Rio, serviu de locação para que a morena soltasse toda sua luxúria. “Estou subindo pelas paredes para chegar logo o carnaval. Não vejo a hora”, diz, enquanto bebe uma taça de vinho.

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Difícil acreditar que Scheila só desfilou uma única vez no carnaval carioca, em 1998, pela Mocidade Independente . Por isso, agora em 2012, ela considera uma reestreia. E em dose dupla: como madrinha das musas, pela Mangueira , e rainha de bateria da Paraíso do Tuiuti, agremiação do grupo de Acesso A (posto que divide com a dançarina Roberta Appratti ). “Você não faz ideia de quanto estou feliz por desfilar no Rio. Antigamente, com os shows do grupo, não podia vir devido à agenda lotada durante o carnaval. Agora tudo é diferente”, diz.

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Scheila não se permite dar tempo para uma foto, não sem antes dialogar com a lente, só pela feliz provocação de se fazer sedutora. Não foram poucos os hóspedes que abriram suas portas para ver o que acontecia nos corredores do hotel. Pelo buraco das fechaduras, muitos ficaram madrugada adentro acompanhando cada clique. Era possível ouvir o burburinho vindo dos quartos. Teriam as paredes ganhado vida?

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A adoração nacional pelo bumbum – que Scheila ajudou a dar a alcunha definitiva de “tchan” – tem nela uma expoente máxima. Após horas de ensaio fotógrafo, certezas vêm ao chão. Se a arquitetura não se alinha às formas humanas, há mulheres capazes de dar voz a portas que sussurram e paredes que tremem.

38 anos
63 kg
1,60m
Busto: 85 cm
Cintura: 65 cm
Quadril: 95cm


Make : Bia Medeiros / Produção : Ana Luiza Veiga/ Agradecimentos : Hotel Olinda, Fiszpan, Ivete Dibo, Ki Korpo e Leila Rodrigues

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