Portela
| Nome | GRES Portela |
| Fundação | 11/04/1923 |
| Posição em 2011 | hors-concours |
| Enredo | “E o Povo na Rua Cantando. É Feito uma Reza, um Ritual...” |
| Carnavalesco | Paulo Menezes |
| Intérprete | Gilsinho |
| Cores Oficiais | Azul e branco |
| Mestre de bateria | Nilo Sérgio |
| Ordem do desfile | Segunda escola a desfilar na primeira noite: 19 de fevereiro de 2012 (Domingo) |
A ESCOLA
História
A Portela surgiu em 1923 a partir de um episódio envolvendo blocos de Oswaldo Cruz, subúrbio da zona norte do Rio. Naquela época havia várias agremiações no bairro, mas só uma, a Quem Fala de Nós Come Mosca, tinha autorização da prefeitura para desfilar. A Baianinhas de Oswaldo Cruz saia em outro horário e usava a mesma autorização. Mas, devido a brigas durante o desfile das Baianinhas, a Quem Fala de Nós proibiu o outro bloco de usar sua autorização. Alguns sambistas do bairro, então, sugeriram unir todas as agremiações em um mesmo grupo e assim surgiu o Conjunto de Oswaldo Cruz. Em 1929, o bloco passou a se chamar Quem Nos Faz é o Capricho e, em 1931, Vai Como Pode. Só em 1935 é que ganhou o nome Portela. A escola é a maior campeã do carnaval carioca, com 21 títulos, mas seu último campeonato foi conquistado em 1984. Vítima de um incêndio na Cidade do Samba, que atingiu o seu barracão e os da Grande Rio e União da Ilha, a Portela não foi julgada em 2011, quando apresentou o enredo “Rio, Azul da Cor do Mar”.
Samba-enredo 2012
“E o Povo na Rua Cantando. É Feito uma Reza, um Ritual...”
Compositores: Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, Toninho Nascimento e Naldo
Meu rei
Senhor do Bonfim alumia
Os caminhos da Portela
Que eu guardo no meu patuá
Eu vim com a proteção dos meus guias
Com Clara guerreira à Bahia
Cheguei, eu cheguei pra festejar
Deixa levar, nos altares e terreiros
Tem jarro com água de cheiro
Vou jogar flores no mar
No mar
Procissão dos navegantes
Eu também sou almirante
De Nossa Senhora Iemanjá
Vou no gongá
Bater tambor
Rezo no altar
Levo o andor
Vem chegando os batuqueiros
Desce a ladeira, meu amor
Que a patuscada começou
Eu vim pra rua
Que o samba de roda chegou
Iaiá
De saia rendada em cetim
Bota o tempero na festa
Oi, tem abará e quindim
Portela cheia de encantos
Acolhe a Bahia em seu canto
De festas, rezas, rituais
Vestido de azul e branco
Eu venho estender o nosso manto
Aos meus santos do samba que são orixás
Madureira sobe o Pelô, tem capoeira
Na batida do tambor, samba ioiô
Rola o toque de Olodum...lá na ribeira
A Bahia me chamou
Compositores: Wanderley Monteiro, Luiz Carlos Máximo, Toninho Nascimento e Naldo
Meu rei
Senhor do Bonfim alumia
Os caminhos da Portela
Que eu guardo no meu patuá
Eu vim com a proteção dos meus guias
Com Clara guerreira à Bahia
Cheguei, eu cheguei pra festejar
Deixa levar, nos altares e terreiros
Tem jarro com água de cheiro
Vou jogar flores no mar
No mar
Procissão dos navegantes
Eu também sou almirante
De Nossa Senhora Iemanjá
Vou no gongá
Bater tambor
Rezo no altar
Levo o andor
Vem chegando os batuqueiros
Desce a ladeira, meu amor
Que a patuscada começou
Eu vim pra rua
Que o samba de roda chegou
Iaiá
De saia rendada em cetim
Bota o tempero na festa
Oi, tem abará e quindim
Portela cheia de encantos
Acolhe a Bahia em seu canto
De festas, rezas, rituais
Vestido de azul e branco
Eu venho estender o nosso manto
Aos meus santos do samba que são orixás
Madureira sobe o Pelô, tem capoeira
Na batida do tambor, samba ioiô
Rola o toque de Olodum...lá na ribeira
A Bahia me chamou
Títulos
A escola foi campeã do Grupo Especial 21 vezes: 1935, 1939, 1941, 1942, 1943, 1944, 1945, 1946, 1947, 1951, 1953, 1957, 1958, 1959, 1960, 1962, 1964, 1966, 1970, 1980 e 1984, sendo a última com o enredo “Contos de Areia”.
Musas
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