Unidos do Peruche

Unidos do Peruche
  • Nome
    G.R.C.S.E.S. Unidos do Peruche
  • Fundação
    04/01/1956
  • Posição em 2015
    12ª Colocada
  • Enredo
    “A Peruche no maior axé exalta Salvador, cidade da Bahia Caldeirão de Raças, Cultura, Fé e Alegria”
  • Carnavalesco
    Murilo Lobo e Gal
  • Intéprete
    Toninho Penteado
  • Cores Oficiais
    Verde, amarelo, azul e branco
  • Mestre de Bateria
    Mestre Cal
  • Ordem do desfile
    Segunda escola a desfilar no sábado, 25

Sobre a escola

História

O Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Unidos do Peruche é uma das escolas de samba mais tradicionais de São Paulo e foi fundada em 04 de janeiro de 1956. Entre os fundadores, estão cidadãos como Carlos Alberto Caetano, conhecido como “Seu Carlão”, João Cândido da Silva, o “Cachimbo”, além de Luiza, Dona Leni, Seu Zebu, Sr. Alcides, Sr.Décio e o Mestre Gilberto Bonga, personalidades notáveis e ilustres dentro do mundo do samba. Além de ter recebido grandes nomes do Carnaval, teve entre suas intérpretes mulheres Eliana de Lima e Bernadete, como carnavalescos Joãozinho Trinta e Laíla e sua história, ainda, é marcada pela inovação em enredos, alegorias, fantasias, carros alegóricos, transformando e impulsionando o Carnaval Paulista. A escola foi campeã do Grupo Especial pela última vez em 1967, com o enredo “Exaltação a São Paulo”. Em 2015, a escola venceu no Grupo de Acesso e retornou para a avenida em 2016, registrando 264,7 pontos com o enredo “Ponha um pouco de amor numa cadência e vai ver que ninguém no mundo vence a beleza que tem o samba... 100 anos de samba, minha vida, minha raiz”.

Vem do feitiço do mar o amor e a magia

Marejou Moema…paraíso singular

A baía de todos os santos recebe o povo de além-mar

A origem desse povo, a mistura brasileira

Baiano, é calor no coração

Liberdade, nunca mais a opressão

Mulheres guerreiras…terço, arruda e guiné

Tem candomblé, nesse cortejo de fé

Oro mi má, oro mi maió

Valei-me Nossa Senhora, mãe do Senhor do Bonfim

No axé dos orixás

Me leva cidade d’oxum, me leva nos braços da paz

O tempero da baiana, tabuleiro de sinhá

Acarajé, caruru e vatapá

É de Angola ê, é de Angola

Negro joga capoeira, capoeira camará

E vai descendo a ladeira do Pelourinho a cantar

Eu sou Peruche

Berço, território africano

Sou comunidade, atrás do trio eu vou

É Salvador

Firma o batuque no terreiro, que a filial vai passar

Bate o tambor mandingueiro, faz a baiana girar

Na proteção dos meus dias, carrego meu patuá

Samba iô iô, samba iá iá

Stephanye Cristine

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