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Estação Primeira de Mangueira

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Nome GRES Estação Primeira de Mangueira
Fundação 28/04/1928
Posição em 2011 3ª Colocada
Enredo “Vou festejar! Sou Cacique, sou Mangueira”
Carnavalesco Cid Carvalho
Intérprete Luizito, Zé Paulo Sierra, Ciganerey e Vadinho Freire
Cores Oficiais Verde e rosa
Mestre de bateria Ailton Nunes
Ordem do desfile Quarta escola a desfilar na segunda noite: 20 de fevereiro de 2012 (Segunda-feira)
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    A ESCOLA

    História

    A Mangueira foi criada a partir da fusão de cinco blocos e um rancho carnavalesco, todos do morro que tem esse nome e fica na zona norte do Rio. Entre os fundadores, o mais famoso é Angenor de Oliveira, o Cartola, autor de “As Rosas Não Falam” e “Alvorada”, entre outras canções. A escola se tornou Estação Primeira porque, na época, a estação de trem do bairro era a primeira onde havia samba, a partir da Central. A escola se tornou celeiro de compositores – Carlos Cachaça e Nelson Sargento são outros exemplos – e hoje é considerada a mais popular do Rio. Seu intérprete mais famoso foi Jamelão (1913-2008). Em 2011, a verde e rosa homenageou Nelson Cavaquinho no enredo “O Filho Fiel, Sempre Mangueira”e foi a terceira colocada do carnaval, com 297,2.

    Samba-enredo 2012

    “Vou festejar! Sou Cacique, sou Mangueira”
    Compositores: Igor Leal, Lequinho, Junior Fionda e Paulinho Carvalho

    Salve a tribo dos bambas
    Um doce refúgio de inspiração
    Salve o Palácio do Samba onde um simples verso se torna canção
    Debaixo da tamarineira um índio guerreiro me fez recordar
    Um lugar, um berço popular
    Seguindo com os pés no chão
    Raiz que se tornou religião
    Da boêmia dos antigos carnavais
    Não esquecerei jamais

    Vem no batuque
    Que eu quero sambar (me leva)
    Já começou a festa
    Esqueça a dor da vida
    Caciqueando na Avenida


    Sim, vi o bloco passando
    O nobre rezando e o povo a cantar
    Sim, é o nó na garganta
    Ver o Bafo da Onça a desfilar
    Chora, chegou a hora eu não vou ligar
    Minha cultura é arte popular
    Nasceu em 'Fundo de Quintal'
    Sou imortal e eu vou viver
    Agonizar não é morrer
    Mangueira fez o meu sonho acontecer
    O povo não perde o prazer de cantar
    O povo liberto que a voz ecoou
    Respeite quem pôde chegar onde a gente chegou

    Vem festejar
    Na palma da mão
    Eu sou o samba, a voz do morro
    Não dá pra conter tamanha emoção
    Cacique e Mangueira num só coração

    Títulos

    A escola foi campeã do Grupo Especial 18 vezes: 1932, 1933, 1934, 1940, 1949, 1950, 1954, 1960, 1961, 1967, 1968, 1973, 1984 (uma no desfile normal, no domingo, e outro na semana seguinte, como supercampeã, título disputado com a Portela), 1986, 1987, 1998 e 2002, sendo a última com o enredo (Brazil com 'Z' é para Cabra da Peste, Brasil com 'S' é a Nação do Nordeste”.