Dragões da Real

Dragões da Real
  • Nome
    GRCES Dragões da Real
  • Fundação
    17/03/2000
  • Posição em 2015
    6ª colocada
  • Enredo
    “Dragões canta Asa Branca”
  • Carnavalesco
    Dione Leite, Rogério Felix, Jorge Silveira e Márcio Gonçalves
  • Intéprete
    Renê Sobral
  • Cores Oficiais
    Vermelho, preto e branco
  • Mestre de Bateria
    Mestre Tornado
  • Ordem do desfile
    Quarta escola a desfilar no sábado, 25

Sobre a escola

História
A Escola de Samba Dragões da Real foi fundada em 17 de março de 2000 por integrantes da torcida organizada são-paulina de mesmo nome. Os organizadores são torcedores que já frequentavam outras escolas de samba. Como no Grupo de Espera da Uesp, na qual as novas escolas precisam se filiar, não há repasse de verba, a Dragões contou com a ajuda financeira da torcida e a mobilização de seus associados. O esforço, no entanto, foi recompensado e logo na sua estréia a escola saiu vitoriosa. Dois anos depois, a Dragões voltou a vencer e chegou ao Grupo II. A permanência na chave durou apenas um carnaval, pois a escola novamente foi campeã. Em 2005, em seu primeiro desfile no sambódromo do Anhembi, a agremiação ficou com o vice-campeonato e subiu para o Acesso. Na divisão, a Dragões ficou três vezes consecutivas em quinto lugar e terminou o carnaval de 2010 com a terceira colocação. Em 2011, com 279,25 pontos, consagrou-se campeã do Grupo de Acesso, conquistando o direito de estrear no Especial. De 2015 para 2016, a escola caiu uma posição, saindo do 5º lugar e indo para o 6º, com 268,4 pontos.

De tanto "oiá" o sol "queima" a terra

Feito fogueira de São João

Puxei o fole, embalado me inspirei

Aperreado coração aliviei

De joelhos para o pai, pedi

Com os olhos marejados, senti

Quanta tristeza brota desse chão rachado

Perdi meu gado, "farta" água para danar

"Eta" seca que castiga meu lugar

Vou me embora... seguir meu destino

Sou nordestino arretado, sim "sinhô"

E na bagagem trago o sonho de vencer

Oh Rosinha, sem ocê não sei viver

Ê saudade que invade o meu coração

Das cantigas, folclore, cultura

Dos temperos que lembram meu chão

Espero do céu, o relampejar

A chuva cair, o pranto secar

Seus olhos hão de refletir

O renascer da plantação

Não chore não, viu

Que eu vortarei, viu

Pro meu sertão

Vem forrozear

Que o sanfoneiro vai tocar

Meu samba em forma de oração

Eu sou Dragões

É Asa Branca embalando gerações

Simone Sampaio

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