Acadêmicos do Salgueiro

Acadêmicos do Salgueiro
  • Nome
    GRES Acadêmicos do Salgueiro
  • Fundação
    5/03/1953
  • Posição em 2015
    4ª Colocada
  • Enredo
    “A divina comédia do Carnaval”
  • Carnavalesco
    Renato Lage e Márcia Lage
  • Intéprete
    Leonardo Bessa e Serginho do Porto
  • Cores Oficiais
    Vermelho e branco
  • Mestre de Bateria
    Mestre Marcão
  • Ordem do desfile
    Quinta escola a desfilar no domingo, 26

Sobre a escola

História
O morro do Salgueiro, na Tijuca (zona norte do Rio), era moradia de sambistas talentosos, mas que até o início da década de 1950 se dividiam entre três escolas: Depois eu Digo, Azul e Branco e Unidos do Salgueiro. Devido à segmentação, nenhuma delas era páreo para Mangueira e Portela, por exemplo. Após o carnaval de 1953, alguns sambistas propuseram a união das três agremiações. A Unidos do Salgueiro não aceitou, mas as outras duas se reuniram e criaram a Acadêmicos do Salgueiro. A Unidos desapareceu anos mais tarde. O Salgueiro ganhou destaque ao promover uma revolução estética nos desfiles, sob a liderança dos carnavalescos Fernando Pamplona, Arlindo Rodrigues e Joãosinho Trinta, que estreou na função conquistando o bicampeonato em 1974 e 75. Em 2011, apesar de estourar o tempo máximo desfile em 10 minutos por problemas nos carros alegóricos, a escola terminou o carnaval na quinta colocação, com 296,2 pontos. Em 2016, ano do último carnaval até agora, a escola fez 269,50 pontos, ocupando o 4º lugar na lista feita depois da apuração final.

Vou embarcar em ilusões

À loucura me entregar

Prazer…

Sou poeta delirante, o amante

Na profana liberdade

Devoto da infernal felicidade

Quero o gostoso veneno do beijo

Saciar o meu desejo

Me embriagar

Nos braços da folia me jogar



Vou me perder pra te encontrar

Enlouquecer, morrer de amar!

Pra que juízo, amor? A noite é nossa…

Do jeito que o pecado gosta!

Sinto minh'alma se purificar

Vislumbrar…

O paraíso, no firmamento

Três “com sagrados” talentos

“vê, estão voltando as flores…”

Lá, onde ressoam tambores

Toca batuqueiro, dobre o rum

Aos presentes de orum…

Gira baiana e faz do céu um terreiro

Tinge essa avenida de vermelho

É nossa missão, carnavalizar a vida…

Vida é feita pra sambar!

Dessa paixão que encanta o mundo inteiro

Só entende quem é salgueiro…

Só entende quem é salgueiro…

Viviane Araújo

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