Portões da dispersão foram fechados com 66 minutos, quando o permitido no regulamento é até 65 minutos

O ouro foi a grande inspiração da Acadêmicos do Tatuapé, quinta escola de samba a desfilar no segundo dia do carnaval de São Paulo. O enredo chamado "Ouro, Símbolo da Riqueza e Ambição" levou o público no sambódromo ao tempo da descoberta, chegando até os dias de hoje, de ostentação.

E o final da apresentação foi polêmico, já que os portões da dispersão foram fechados com 66 minutos, um minuto a mais do que o permitido. 

A diretoria da agremiação alega que o último integrante ultrapassou a linha final ainda aos 65 minutos, dentro do tempo regulamentar, e questiona uma possível penalização na apuração das notas. A decisão acontece neste domingo.

Dentro da avenida, uma das alegorias de grande destaque mostrou o mitológico Rei Midas, que transformava em ouro tudo o que tocava. Também foram abordados outros temas ligados ao metal bilhante, como ganhadores de medalhas douradas no esporte e o ciclo do ouro.

Os contos infantis também foram lembrados, como Tio Patinhas e a Galinha dos Ovos de Ouro. O cinema foi representado com o filme "A corrida do ouro", de Charlie Chaplin.

Os 3 mil integrantes da Acadêmicos do Tatuapé cobriram de dourado a avenida. A escola da Zona Leste de São Paulo busca seu primeiro título no grupo especial do carnaval paulistano - a melhor colocação foi o 6º lugar do ano passado.

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