Paulo Serdan, presidente da escola, criticou o mandatário do Palmeiras, que ignorou o desfile que homenageou o clube

O carnaval paulista de 2015 foi inaugurado no Sambódromo do Anhembi com o desfile da Mancha Verde, que relembrou os grandes ídolos da história do Palmeiras com o samba-enredo "Quando Surge o Alviverde Imponente... 100 anos de Lutas e Glórias" - vale lembrar que o clube paulista completou seu centenário em 2014.

Antes da escola entrar na avenida, o presidente Paulo Serdan fez questão de alfinetar Paulo Nobre, mandatário do Palmeiras. "Chegou o grande momento da nossa história. Os fofoqueiros falaram que vamos cair. Sabe por que não vamos cair? Porque essa é a nossa segunda arrancada heroica. Menos o presidente do Palmeiras que ignorou essa festa. Vai ser o melhor desfile da história da Mancha", gritou Serdan, entre outros palavrões, para delírio dos alviverdes.

Com um desfile tranquilo e sem qualquer contratempo, a Mancha Verde deu ênfase à origem italiana do clube, que foi bem representada alas iniciais. Depois, a escola mostrou a mudança de nome de Palestra Itália para Palmeiras, logo após a Segunda Guerra Mundial, até chegar aos dias atuais.

Além de fazer referência a passagens importantes na história palmeirense, como o título mundial de 1951, os oito brasileiros e a Libertadores de 1999, a escola também lembrou do Allianz Parque, estádio inaugurado no ano passado no lugar do antigo Palestra Itália, no bairro de Perdizes.

O ex-goleiro Marcos, um dos jogadores homenageados, ao lado de Evair, Ademir da Guia, Oberdan Catani e muitos outros, deveria participar do desfile, mas segue internado em decorrência a um quadro de infecção. Mas ele deixou uma mensagem na tarde de sexta-feira. 

"Esse carnaval meu será diferente, vou ficar vendo TV com a Maria Eugência, minha companheira. Não vou poder participar do desfile da Mancha Verde. Não estarei de corpo, mas estarei de coração. Força Mancha Verde guerreira", disse o ídolo palmeirense em vídeo.

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