Escola da Zona Norte contou a história do carnaval brasileiro baseado nas marchinhas cariocas que embalavam os bailes e blocos de antigamente




Segunda escola a entrar no Sambódromo do Anhembi, a Acadêmicos do Tucuruvi levantou o público com o samba-enredo "Entre confetes e serpentinas: Tucuruvi relembra as marchinhas do meu, do seu, do nosso Carnaval". A ideia da agremiação da Zona Norte de São Paulo foi contar um resumo da história do carnaval.

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Para isso, foram usadas várias referências ao Rio de Janeiro, como, por exemplo, um Cristo Redentor em um dos primeiros carros que entraram na avenida. Turistas que visitam a capital fluminense durante todo ano também foram lembrados, bem como os 450 anos da cidade.

As marchinhas, que sempre animaram os salões e blocos carnavalescos, embalaram toda passagem da integrantes, muitos usando as características máscaras dos bailes mais tradicionais. A letra abordou algumas das mais famosas marchinhas do carnaval brasileiro, como "Cabeleira do Zezé" e "Allah-la Ô". As alas também representaram marchinhas, como a inconfundível "Mamãe Eu Quero".

Algumas figuras também ganharam destaque. O ex-apresentador Chacrinha, famoso por usar marchinhas em seu programa, e a cantora Carmen Miranda foram um dos homenageados.

Uma certa tensão tomou conta da Acadêmicos do Tucuruvi no final do desfile, mas toda escola conseguiu chegar na dispersão e ultrapassou o portão dentro dos 65 minutos regulamentares. Uma apresentação impecável.

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