Rainhas de hoje - e sempre - no carnaval, elas disputam a majestade na festa mais popular do Brasil. Qual é a sua favorita para ocupar o trono de eterna rainha do carnaval?

Primeiro veio Monique, que inaugurou o cargo de madrinha da bateria em 1985, na Mocidade Independente de Padre Miguel. Luiza Brunet já vinha chamando atenção na avenida do samba desde 1981, quando desfilou na Beija-Flor a convite de Joãosinho Trinta. A estrela de Luma de Oliveira também brilhava forte na passarela, onde ela reinou como rainha de bateria de várias escolas. Então vieram Viviane, Sabrina, Gracyanne. Lembre a trajetória dessas musas do carnaval e eleja a sua favorita .

VOTE: Quem deve ocupar o trono de eterna rainha do carnaval?

Luiza Brunet

Luiza Brunet entrou no carnaval pela porta da frente: sua estreia se deu na Beija Flor, em 1981, a convite de Joãosinho Trinta. O tempo passou e Luiza estabeleceu sua majestade como rainha de bateria. Desfilou pela Portela de 1986 a 1994, e no ano passado completou 31 anos na avenida, 17 deles à frente da bateria da Imperatriz Leopoldinense. Por duas vezes, desfilou grávida – em 1988 de sua filha, Yasmin, e em 1999 de seu filho, Antônio. “Carnaval é como futebol, uma paixão infinita”, diz ela, que no ano passado se desligou da Imperatriz.

Luma de Oliveira

Luma de Oliveira teve muitos momentos de glória na avenida do samba. Foi rainha de bateria de várias escolas, como Viradouro, Tradição e Caprichosos de Pilares, ao longo de 17 anos. Em 2005, decidida a encerrar sua carreira no carnaval, acompanhou os desfiles dos camarotes. Em 2009 não resistiu ao convite para desfilar na Portela. Rainha de muitos carnavais, Luma chegou a ser enredo de uma escola de samba no ano passado, em que a Estácio de Sá, do grupo de acesso, fez um desfile em sua homenagem.

Monique Evans

Monique Evans foi a primeira a ocupar o posto de madrinha de bateria de uma escola de samba, em 1985, quando liderou a batucada na Mocidade Independente de Padre Miguel. A ideia foi tão boa que pegou para sempre, e transformou Monique em grande musa do Carnaval da década de 80. Anos mais tarde, foi convidada para reassumir seu posto, mas declarou estar sem paciência para o “stress” dos preparativos. Assim, quando aceita convites para desfilar, é na ala da diretoria – com o corpo coberto.

Viviane Araújo

Viviane Araújo é um nome que volta a circular com força toda vez que o carnaval se aproxima. Sua conexão com a festa mais popular do Brasil é forte já há mais de uma década. De 2002 a 2007, ela desfilou pela Mocidade Independente de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, e em 2008 se bandeou para a bateria da Salgueiro. Seis anos atrás, incluiu o carnaval de São Paulo no seu roteiro, e se tornou musa da Mancha Verde.

Gracyanne Barbosa

Gracyanne Barbosa é outra moeda forte do carnaval brasileiro. Em 2012 ela foi a rainha da bateria da escola campeã do Rio de Janeiro, mas este ano estará à frente da bateria da Mangueira. Sem desfilar em São Paulo, entra na Sapucaí duas vezes neste carnaval: além do reinado na Mangueira, será coroada rainha da Unidos do Jacarezinho, que foi campeã do grupo C em 2012 e abre a noite do Grupo de Acesso no sambódromo. "Quando você ama aquilo que faz, dá tudo certo!", resumiu a mulher do cantor Belo.

Sabrina Sato

Na lista de japonesas com samba no pé e amor pela camisa só tem um nome: Sabrina Sato. Tanto é que, transbordando disposição, ela se desdobra entre os desfiles das escolas do Rio e de São Paulo. Na Gaviões da Fiel, onde desfila desde 2004, ela assumiu em 2010 o posto de madrinha da bateria; na Vila Isabel, é a rainha da bateria.

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